Abacaxi

7 boas razões para você comer mais Abacaxi e melhorar a Saúde

O abacaxi é uma fruta tropical da família das frutas cítricas, como a laranja e o limão, que são ricas em vitamina C e outros antioxidantes, nutrientes essenciais para garantir a saúde.

Esta fruta pode ser consumida fresca, desidratada ou na forma de conservas, sendo adicionada em diversas preparações como sucos, sobremesas e doces. Quando na forma de conserva ou desidratada, deve-se dar preferência ao abacaxi sem adição de açúcar.

O consumo regular de abacaxi traz os seguintes benefícios para a saúde:

Atuar como anti-inflamatório, por ser rico em bromelina;
Prevenir doenças cardíacas e câncer, por ser rico em vitamina C;
Reduzir os riscos de trombose, por conter bromelina e antioxidantes;
Aliviar as dores nas articulações, por atuar como anti-inflamatório;
Ajudar na perda de peso, por ser rico em água e fibras, que aumentam a saciedade;
Melhorar a saúde da pele e dos cabelos, por conter vitamina C e betacaroteno;
Diminuir as dores musculares do pós-treino, pois é anti-inflamatório e favorece a recuperação muscular.

Feijao catarino

O feijão apresenta inúmeras vantagens do ponto de vista nutricional e ambiental.

 À semelhança de outras leguminosas, o feijão, desempenha um papel fundamental no controlo do apetite, devido à sua composição rica em proteína, fibra e hidratos de carbono de absorção lenta;

 Ao contrário do que muitos pensam, o feijão apresenta um baixo valor energético (cerca de 100 kcal por 100g) e uma baixa percentagem  de gordura, contendo pequenas quantidades de ácidos gordos do “tipo ómega-3”; 

 O feijão apresenta uma valor apreciável de proteínas, embora incompletas. Para que sejam devidamente aproveitadas pelo organismo devem ser combinadas com cereais, como o arroz; 

– O feijão é uma excelente fonte de vitaminas, minerais e antioxidantes, nomeadamente, de ácido fólico, vitaminas do complexo B, ferro, zinco, cálcio, flavenoides, ácido fítico e compostos fenólicos; 

 Possui um efeito protetor para as doenças cardiovasculares e para certos tipos de cancro. A sua capacidade de reduzir o indíce glicémico das refeições onde está presente, confere um efeito protetor face a doenças como a diabetes. A presença de fitoquimícos com propriedades anti-inflamatórias e anti-oxidantes no feijão pode ser particularmente relevante na proteção das células;

– A enorme variedade de feijão, manteiga, encarnado, frade, branco, preto, catarino, permite a preparação de diversos pratos que podem ser incluídos na nossa alimentação. Seja na sopa, em saladas, como acompanhamento, em feijoadas e até mesmo em sobremesas; 

 O cultivo e a produção  de feijão é importante para a proteção do ambiente. O feijão, à semelhança de outras leguminosas, possui a capacidade de produzir naturalmente azoto, não sendo necessário a utilização de fertilizantes azotados que requerem maiores gastos e poluição para a sua produção

MicroPés

ALIMENTOS VIVOS, BIO VIVOS, MICRO VERDES, MICROPÉS(que é como nós dizemos)
Tanto faz que nome lhes damos, as suas propriedades são extraordinárias!
Diferem dos germinados uma vez que os rebentos crescem em solo, desenvolvendo raízes e folhagem miúda. Têm sabor mais intenso que os germinados e maior densidade nutricional do que as folhas maduras.
São chamados de alimentos vivos porque são o resultado da germinação de grãos ou sementes, que após este processo darão origem à planta correspondente. Ora já se consegue perceber que se trata de um alimento de elevada densidade nutricional uma vez que, após a hidratação da semente, em ambiente adequado (oxigénio e temperatura), esta vai libertando todos os nutrientes que nela estão armazenados para que se possa iniciar uma nova vida!
A série de processos bioquímicos que se sucedem, contribuem para a degradação de diferentes constituintes que protegem e armazenam os nutrientes. Ao longo das primeiras 2 a 4 semanas de germinação, estes nutrientes vão sendo libertados, aumentando assim a biodisponibilidade de vitaminas, minerais e antioxidantes, aumentando ainda, o teor e qualidade (valor biológico) das suas proteínas.

Os nutrientes que se encontra em maior teor nestes alimentos são:

  • Vitamina C
  • Betacaroteno – vitamina A
  • Vitamina K
  • Vitamina E
  • Polifenóis e antioxidantes

Durante esta fase da germinação, ocorre a ativação das suas enzimas e quebra de componentes anti-nutricionais, o que contribui para a sua elevada digestibilidade.

De acordo com testes realizados pela Monash University, no contexto da dieta pobre em FODMAP (protocolo para Doença do Intestino Irritável) alguns cereais e leguminosas após germinados, podem conter teores reduzidos de FODMAP quando comparados com o alimento fresco. Ter em atenção que nesse caso os testes foram realizados com germinados e não com os bio vivos, para mais informações sobre este tópico, por favor consulte a Monash University.

Bio – porque são biológicos!
Vivos – porque são para serem colhidos na hora e consumidos crus!

Ter e atenção que devem ser consumidos imediatamente após a sua colheita, uma vez que as sua riqueza nutricional degrada-se rapidamente. Corte apenas a quantidade que for consumir, e reserve em local solarengo e borrifar várias vezes ao dia para que possa continuar a crescer.

Podem ser utilizados em saladas, batidos, sopas, mas também no prato. Já agora, não se esqueça de adicionar um fio de azeite na hora de comer, este passo contribui para melhorar a absorção das vitaminas lipossolúveis que vemos aumentadas nos bio vivos!

Esta semana temos:

AGRIÃO DE TERRA – Barbarea verna

  • Num estudo de 2016, das 30 variedades de micro verdes da familia Brasicaceae, o agrião de terra apresentou a maior concentração de manganês (0,41mg/100mg FW), uma boa quantidade de potássio (376mg/100g FW) e ainda uma concentração de cálcio de 79mg/100g de peso fresco.

AMARANTO TRICOLOR

  • Num estudo realizado em 2012, dos 25 tipos de micro verdes testados, o amaranto vermelho, Amaranthus Hypochondriacus L., apresentou o maior teor de vitamina K1 – filoquinona – (4,1 μg/g), 3,5 vezes mais do que a sua folha madura. Sendo uma fonte rica neste tipo de vitamina K, que é responsável pela coagulação sanguínea, deve ser consumida em moderação por pessoas a tomar medicação anticoagulante.
  • Ainda neste estudo, verificou-se que o amaranto vermelho era uma das sementes com maior concentração de vitamina C, sendo superior em 3-11 vezes superior à sua folha madura, 131,6mg/100g e 11,6−45,3 mg/100 g, respetivamente.
  • Ainda neste estudo, os micro verdes de amaranto vermelho foram considerados uma excelente fonte de beta-caroteno (8,6mg/100g), nomeadamente luteína e zeaxantina (8,4 mg/100mg), apresentando uma concentração semelhante à das cenouras e batata-doce, maduras.

Cortar, lavar e juntar à receita.
Temperar a gosto e comer!

FW – peso fresco

MICROGREENS – “BIO ALIVE”

They are sprouts that are allowed to take root and develop a set or two, of true leaves. They are more flavorful than sprouts and nutritionally superior to both baby greens and regular greens.

They are called live food since they are the product of germination of grains and seeds that will origin a new plant. In a specific set of conditions (water, oxygen, temperature and land), the seed will release all the nutrients stored to initiate a new plant, a new life! Thus it’s easy to understand their high nutrient density.

All of biochemical pathways that occurs, are responsible for the degradation of storage units and the release of the nutrients. Due to this processes, in the first 2 to 4 weeks of germination, the bioavailability of vitamins, minerals, antioxidants and amino acids increases.

The mainly increased components in the microgreens are:

  • Vitamin C
  • Beta- carothen – vitamin A
  • Vitamin K
  • Vitamin E
  • polyphenols

 

In the germination process also occurs the release of enzymes and the breakdown of the anti-nutrients, which enhances microgreens digestibility.

According to Monash University, in the context of the Low FODMAP diet for IBS (irritable bowel syndrome), some cereals and legumes, may have low content of FODMAPs after sprouted, when compared with the fresh and mature plant. Be aware that the tests made here, were with sprouts, not with microgreens, nevertheless, for more information on this topic, please visit Monash University.

We call them bio vivos (bio alive)

Bio – because they are organic!

Vivos/Alive – because they are made to be harvested in the moment and eaten raw!

Be aware that they should be eaten immediately after harvest, since they begin to lose the nutritional value rapidly after harvest. Cut the exact portion you’ll eat and leave the container in a sunny place and spray with water several times a day.

They can be used in salads, juices, soups and also in your favorite dish as a toping or garnish. By the way, don’t forget to add olive oil to your microgreens, since this will enhance the absorption of the fat soluble vitamins that are increased in this live food!

 

This week we have:

UPLAND CRESS – Barbarea verna

  • In a 2016 study, of the 30 variety of Brasicaceae microgreens tested, upland cress had the highest concentration of manganese (0,41mg/100mg FW), a good amount of potassium (376mg/100mg FW), and a fairly good source of Calcium, with a concentration of 79 mg/100g of fresh weight.

AMARANTH TRICOLOR

  • In a 2012 study, of the 25 variety of microgreen tested, red amaranth (garnet), Amaranthus Hypochondriacus L., had the higher content of vitamin K1 – phylloquinone – (4.1 μg/g FW), 3,5 times more than it’s mature leaf. Being such a rich source of this particular kind of vitamin K1, which is responsible for blood clothing, it should be consumed in moderation by individuals taking blood clothing pills.
  • Also in this study, red amaranth showed one of the highest concentration of vitamin C (131,6/100mg FW) , being 3-11 times over the content of it’s mature leaf (11,6-45,6mg/100g FW).
  • In addition, the red amaranth microgreens where considered an excellent source of beta-carotene (8,6/100mg FW), mainly lutein and zeaxanthin (8,4mg/100g FW), similar to mature carrots and sweet potato.

Cut, wash and add to your favorite recipe.

Season at taste and eat!

Grão a Grão

Esta semana pedi à Filipa a nossa Nutricionista para escrever sobre o Grão, é algo que não nos pedem muito mas que adoro e tem enorme potencial.

Então a Filipa diz assim:
A importância das leguminosas!Grão-a-grão enriquecendo a nossa alimentação, é esta a importância destes pequenos alimentos. O meu tipo de “super alimento”, local, sazonal e nutricionalmente equilibrado.Muito mais do que uma excelente fonte de fibra, são também uma boa fonte de proteínas, embora que, de baixo valor biológico.

Curiosidade:
Sabia que a maioria da proteína vegetal é de baixo valor biológico, ou seja incompleta. Na prática, apenas significa que, não contém todos os aminoácidos essenciais, ao contrário da proteína animal. No entanto, este facto é apenas relevante para dietas vegan, onde é necessário que haja uma ingestão de alimentos complementares (cereais integrais), ou seja, que forneçam os aminoácidos em falta. Nenhum bicho-de-sete-cabeças!

O grão-de-bico destaca-se pela sua composição nutricional. A sua riqueza em minerais como o ferro, zinco, fósforo, magnésio, potássio e ácido fólico, manganésio e ainda de vitaminas do complexo B, coloca esta leguminosa na lista dos alimentos de consumo regular.

É já conhecido que o seu elevado teor de fibras contribui para a redução dos níveis plasmáticos de colesterol-LDL e triglicéridos, bem como para a normalização da glicémia, contribuindo ainda para o bom funcionamento intestinal. No entanto, em indivíduos com síndrome do intestino irritável, deve ser averiguada a sua tolerância. Contribui ainda para a normalização da tensão arterial e prevenção de doenças crónicas.

De acordo com a roda dos alimentos, as leguminosas devem fazer parte da nossa alimentação diária. Sendo a dose recomendada de 1-2 porções/dia, correspondendo a:

  • 1 colher de sopa de leguminosas secas (25g)
  • 3 colheres de sopa de leguminosas cozinhadas (80g)

Uma vez que as leguminosas são igualmente ricas em componentes tóxicos e anti-nutricionais (inibem a absorção de proteínas, vitaminas e minerais), é necessário seguir alguns passos para que estes sejam eliminados, e assim, aumentar a biodisponibilidade dos seus constituintes e ainda melhorar a sua digestibilidade.

Cuidados a ter:

  • Evitar as leguminosas de conserva, preferindo adquirir leguminosas secas biológicas
  • Demolhar (8-14h)
  • Escorrer e passar por água
  • Germinar (opcional)
  • Cozinhar a elevada temperatura

Pode optar por cozinhar uma grande quantidade de grão e armazenar no congelador em porções individuais.

Esta semana decidi fazer Húmus. Quando já ia toda lançada reparei que não tinha tahine, por isso partilho uma versão de patê de grão improvisado. Igualmente delicioso!

Patê de grão improvisado
Ingredientes:

  • 300g de grão de bico cozido
  • 2-3c. de sopa de azeite
  • 1-2 c. de sopa de óleo de sésamo ou tahine (opcional)
  • Sumo de 1 limão pequeno
  • 1 dente de alho
  • 1 c. chá de cânhamo em pó (opcional)
  • 3 c. de sopa de água da confeção do grão
  • Pitada de sal, pimenta, cominhos, açafrão, pimentão-doce
  • Sementes de sésamo tostadas

Preparação:
Juntar todos os ingredientes num processador de alimentos, à exceção das sementes de sésamo, e triturar até obter uma pasta. Retificar a consistência ou temperos. Verter para uma taça, polvilhar com as sementes de sésamo e está pronto a consumir.

Como quis aproveitar ao máximo o grão cozinhado, resolvi experimentar uma receita antiga. A primeira vez que tentei fazer grão tostado o resultado imediato ficou tal como esperava, mas ao fim de 2 dias armazenado hermeticamente, a textura ficou demasiado maçuda. Desta vez resolvi experimentar uma nova abordagem.

Resultado final: grão estaladiço e crocante, sempre pronto a comer!

Grão tostado
Ingredientes:

  • 300g de grão cozido, escorrido e seco*
  • 1 c. sopa de azeite
  • 1 c. chá de sal e pimenta preta
  • Especiarias e/ou ervas aromáticas a gosto

*se o grão não estiver demasiado cozinhado, pode esfregar entre duas toalhas ou papel de cozinha, o que também ajuda a pele a sair. Confesso que esta técnica não resultou comigo e tive de recorrer ao secador do cabelo para retirar o excesso de água.

Preparação

  1. Pré-aquecer o forno a cerca de 200ºC
  2. Envolver o azeite no grão, até que fique todo bem revestido
  3. Adicionar o sal e a pimenta e envolver novamente
  4. Reduzir a temperatura para 180ºC e tostar o grão cerca de 30-40 min. Verificar a cada 15 minutos para evitar que queime.
  5. Passado este tempo desligar o forno, e deixar o grão dentro do forno por mais 30-40 minutos. Continuar a verificar a cada 10 minutos para que não queime.
  6. Quando terminado prove e acrescente os temperos a seu gosto. (Como usei sal com ervas aromáticas, não acrescentei mais nada.)

Nota: Ajuste a temperatura e tempo consoante a quantidade de grão e de acordo com o seu forno. É importante cumprir o passo 5 para garantir que o grão fica seco e bem crocante.

The importance of legumes!

Chickpeas definitely enrich our nutrition.

It´s my kind of “super food”, seasonal, local and nutritionally balanced.

A good source of fiber and protein, although incomplete.

Curiosity:

Did you knew that vegetable proteins are of lower quality than animal protein? Contrary to animal protein, they have deficiencies in some amino acids (limiting amino acids). However, it’s only relevant in vegan diets, where the combination of complementary foods (whole grains) helps to achieve the whole range of essential amino acids, thus complete protein.

Garbanzo beans or chickpeas, are a great source of minerals such as iron, zinc, phosphorus, magnesium, potassium, folate, and vitamins B. For this reason they should be eaten regularly.

Due to their fiber content, they promote a decrease in LDL-cholesterol and triglycerides, balance blood sugar and contribute to a healthy intestinal function and gut microbiome. However, patients with IBS (irritable bowel syndrome) should be aware of their tolerance. Chickpeas also helps to normalize blood pressure and prevent chronic diseases.

According to the food balance wheel, we should eat 1-2 portions of legumes every day.

Portion:

  • 1 tbsp of dried legumes (25g)
  • 3 tbsp of cooked legumes (80g)

However legumes have high content of toxic and anti-nutritional components, so it’s important to take some steps to eliminate them, such as:

 

  • Avoid canned, prefer organic and dried legumes
  • Soak (8-14 hours)
  • Drain and rinse
  • Sprout (optional)
  • Cook

 

This will promote better digestion and increased bioavailability thus better absorption of their vitamins and minerals.

This week I decided to make Humus, when I realized I didn’t had tahini. I´ll share an improvised version.

 

Chickpea spread

Ingredients:

  • 300g cooked chickpeas
  • 2-3 tbsp. olive oil
  • 1-2 tbsp. sesame oil / tahini (optional)
  • Lemon juice of 1 small lemon
  • 1 small garlic clove
  • 1 tsp hemp seeds, powder
  • 3 tbsp. of water/cooking water
  • Salt and pepper to taste
  • Ground cumin, paprika and saffron, to taste
  • Toasted sesame seeds

Method:

Combine all the ingredients, except sesame seeds, in a food processor. Blend for 30 seconds, scrape the sides and bottom of the bowl then process another 30 seconds or until well blended. Adjust consistency and flavour. Transfer to a bowl and sprinkle with toasted sesame seeds.

I had extra chickpeas so I wanted to try another recipe. The first time I tried roasted chickpeas the result was good but after a day or two, they were too mushy. So I decided to try again, but this time with a different approach.

End result: crispy chickpeas, always ready to eat!

 Toasted Chickpeas

Ingredients:

  • 300g cooked, drained and dried* chickpeas
  • 1 tbsp olive oil
  • 1 tsp salt and pepper
  • Herbs and spices at taste

*if the chickpeas aren’t overcooked, you can dry them between two paper towels. I confess that I used the blow drier to take out the excess of water.

 Method:

  1. Preheat oven at 200ºC
  2. In a bowl, toss the chickpeas with olive oil to coat.
  3. Combine with 1 teaspoon of sea salt
  4. Transfer the chickpeas to an oven tray and roast them at 200-180ºC about 30-40 minutes. Check every 15 minutes to avoid burning
  5. Turn off the oven and let them stay inside more 30-40 minutes, checking color and consistency every 10 minutes.
  6. Add seasonings at your taste. You can use herbs such as rosemary and thyme or spices as paprika.

 Note: adjust time and temperature according to the quantity of chickpeas and your oven. To achieve a dried and crispy result you should respect the step 5.

Receita com a Cenoura Portuguesa

Ainda numa onda doce, hoje, partilhamos uma receita versátil para dar uso às suas cenouras!

Perfeita para os primeiros purês do seu bebé ou para acompanhar a sua refeição. Pode ainda ser apreciada como patê com palitos de legumes ou enriquecida com iogurte/iogurte vegetal para aumentar o teor proteico, ideal em situações de desnutrição.

Não vos disse que era versátil? Carregado de fibras e vitaminas!

Ingredientes:

350g de cenouras biológicas, cortadas em pequenos pedaços

50g de lentilhas vermelhas, escorridas

¼ de colher de chá de coentros em pó, opcional

¼ de colher de chá de ghee/óleo de coco/manteiga

Método:

  1. Numa panela, aquecer em lume brando a manteiga e adicionar os coentros em pó. Cozinhar cerca de 1 minuto.
  2. Adicionar as lentilhas e as cenouras em pedaços e envolver.
  3. Juntar água até cobrir e deixar levantar fervura. Cozinhar cerca de 10 minutos, reduzir para lume baixo e deixar por mais 5 minutos.
  4. Escorrer o excesso de água e processar com varinha mágica.
  5. Adicionar uma folha de hortelã e servir de seguida. Congelar o restante em porções individuais.

 

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On a sweet note, today, we share a versatile recipe with carrots.

Perfect for your baby’s first purées or to go with your meal. Can be appreciated as a pâté with veggie sticks, or enriched with yoghurt/dairy-free yoghurt to increase protein content, perfect for malnutrition situations.

Haven’t I told you it was versatile? Packed with vitamins and fiber!

Ingredients:

350g organic carrots, cut into chunks

50g red split lentils, thoroughly rinsed

¼ tsp ground coriander, optional

¼ tsp ghee/coconut oil/butter

Method:

  1. Heat the butter in a saucepan, add the coriander, if using, and cook for 1 min.
  2. Stir in the lentils and carrots, then pour in enough water to just cover.
  3. Bring to the boil, cook for 10 mins, then turn down and simmer for a further 5 mins or until the lentils and carrots are tender.

Micro Pés

Os Micro Pésdesalsa de várias coisas estão já a circular nas mercearias bio que fornecemos, os vasos com aromáticas estão mesmo quase a começar a circular, temos este sol e temperaturas no Algarve que me permitem esta produção que é bem especial. Eu não vivo sem isto, adoro cozinhar com os micro Pés. As saladas ficam uma delicia, as sopas ficam completas e as sandes mais diversificadas, alem disso é um reforço de energia e anti-oxidantes. Vou escrever sobre cada variedade e mostrar novidades.
Continuo convicta com a produção Nacional e com o Biológico.

Praia Com Solares Bio

Como já tínhamos anunciado, o Pé de Salsa tem também cosmética orgânica, é uma temática que nos agrada bastante e está sempre em complemento com uma alimentação saudável, pois a pele absorve tudo o que colocamos e por isso é importante evitar a cosmética e produtos de higiene cuja a base são os petroquímicos  e  produtos tóxicos.
Ainda por cima depois de termos sido mães, a responsabilidade é maior, por exemplo a minha filha está sempre a lambuzar e dar-me beijinhos, e por isso é importante que a minha maquilhagem e cremes diários incluindo o protector solar seja o mais neutro e básico possível.
Esta semana apresentamos os nossos solares, que são muito bons na textura e no aroma também.
Os filtros químicos dos protectores convencionais, provocam alergias, riscos para a saúde, não são foto estáveis e contaminam o meio ambiente, os filtros minerais dos nossos protectores orgânicos são foto estáveis, feitos com os recursos naturais, tem uma boa tolerância cutânea.
Quando aplicar?
Antes da exposição solar e fica protegido de imediato, depois aplicar a cada duas horas, depois de transpirar, depois do banho, após limpar a pele com a toalha.
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Desodorizantes Bio

Esta é mais uma forma de nos cuidarmos, porque usar um desodorizante à base de minerais é bem melhor do que os que têm substancias super tóxicas que em contacto com a pele podem causar danos e degeneração celular. O Odor corporal é o resultado do suor que entra em contacto com as bactérias da nossa pele, os sais minerais naturais inibem o desenvolvimento das bactérias causadoras destes odores, sem impedir o processo de sudação e eliminação das impurezas. Estes desodorizantes são rapidamente absorvidos, não deixam os indesejáveis resíduos brancos na pele e na roupa e, cuidam da pele das axilas e por experiência própria são super confortáveis.
Gosto de saber que posso estar descansada e que não estou a colocar mais substancias tóxicas no meu organismo!!

Os desodorizantes da Coslys são recarregáveis o que também é uma ajuda com o ambiente.
Temos:
Aveludado de Amêndoas Doces- Este desodorizante aveludado de amêndoas doces resulta da combinação de argila com pó de arroz que regulam a transpiração enquanto o aloé vera e o óleo de amêndoas doces suavizam e refrescam a pele.

Alumén e Flores do Campo-Desodorizante de alúmen e flores do campo que combate os odores desagradáveis, deixando a sua pele respirar.

Vitaminado de Citrinos Bio- Este desodorizante vitaminado de citrinos bio resulta da combinação de argila com pó de arroz que regulam a transpiração enquanto o aloé vera e o óleo essencial de limão suavizam e refrescam a pele.

Os desodorizantes têm 50ml e são 8.90€, têm uma boa durabilidade porque não é necessário colocar muito produto na pele.

Pasta de Dentes sem Flúor

Uma das coisas que queríamos para 2017 era iniciar a cosmética bio no Pé de Salsa para  criar os nossos filhos de uma forma mais bio possível e nos cuidarmos também pois queremos viver muitos anos e com uma boa qualidade de vida. A diferença de preços da cosmética bio com os convencionais não é nenhuma, e há imensas opções com certificações e garantias. Desta vez vamos anunciar as pastas de dentes que são fabulosas e também há para crianças e para os primeiros dentes:0) Não têm flúor uma vez  que já está mais que provado que é muito tóxico e causador de muitos distúrbios no nosso organismo.
É na verdade um veneno, uma pasta de dentes básica tem uma quantidade de flúor suficiente para matar uma criança de 10 kg, Quando introduzido no nosso corpo, age como um inibidor enzimático que faz com que as células deixem de funcionar.
Está provado que não é efectivo na redução das cáries dentárias quando colocado na água e na pasta de dentes como o flúor é um rodenticida e insecticida ajuda a matar as bactérias, só que há formas mais seguras de eliminar bactérias.
É uma substancia que acumula no organismo e tem vários efeitos colaterais, como o envelhecimento uma vez que o flúor inibe a produção de enzimas essenciais  em certas reacções químicas no corpo e promove a degradação de colagénio, a principal proteína que suporta pele, tendões, ossos, cartilagem, tecido conectivo e, claro, os dentes. Há também uma forte correlação com o cancro.

As nossas pastas dos dentes não têm flúor, não fazem espuma como as convencionais mas deixam os dentes bem limpinhos e um hálito superfresco. São da URTEKRAM. Os produtos da URTEKRAM são produzidos com ingredientes naturais e à base de plantas. Não são testados em animais, não contêm parabenos ou outros conservantes sintéticos, corantes, petroquímicos ou álcool, fazendo deles uma boa escolha para quem procura produtos verdadeiramente ecológicos e naturais.
O seu negócio desenvolveu-se sempre com base numa produção amigável com o ambiente de produtos de cuidados corporais. Provenientes da Dinamarca, os produtos URTEKRAM são ecologicamente certificados pelo ECOCERT.

Dentífrico Aloé Vera 75ml da Urtekram-4.50€

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Bio Porque é Melhor!

O Centro de Serviços de Investigação do Parlamento Europeu realizou uma revisão de diferentes estudos na área da alimentação e agricultura biológica e os seus efeitos na saúde humana, com foco na questão da saúde pública.
As conclusões políticas do estudo apontam para o aconselhamento a grávidas e crianças para o consumo de frutas e legumes biológicos, para a necessidade de maiores apoios à agricultura biológica, alimentação biológica e investigação na área, assim como para a necessidade de maior fiscalização.
O estudo afirma ser já um dado científico que o público consumidor de produtos biológicos tem maior tendência a hábitos de vida saudáveis como um maior consumo de fruta, legumes e cereais integrais.

Estes mesmos hábitos estão associados a uma diminuição da Diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. O estudo conclui também que estes padrões são também positivos do ponto de vista ambiental estando associados a uma menor libertação de gases de estufa e melhor uso da terra.

O facto de não serem usados químicos de síntese na alimentação biológica é certamente um fator de redução de ricos para a saúde humana. O estudo conclui com grande certeza que a exposição aos pesticidas é substancialmente reduzida assim como o risco de sofrer das doenças crónicas a eles associadas.

Pode ler-se no relatório que “apesar dos pesticidas serem testados antes de irem para o mercado, há ainda falhas importantes que permanecem, como por exemplo as avaliações que continuam a ignorar os estudos que evidenciam os efeitos negativos dos pesticidas organofosforados no desenvolvimento cognitivo das crianças.

Durante a gravidez e nos primeiros anos de vida é desaconselhado o consumo de pesticidas, mas, no entanto, é aconselhado o consumo de frutas e legumes.” Assim, uma das consequências políticas do estudo, sugeridas pelos investigadores, será a de aconselhar a alimentação biológica a grávidas e a crianças.

Outro dos aspetos focados nesta revisão é a qualidade do solo e das plantas na produção biológica.

O solo apresenta menores níveis de azoto e o desenvolvimento das plantas é afetado de forma positiva. Verificaram-se quantidades ligeiramente superiores de polifenóis em alimentos biológicos, sendo estes compostos importantes para a prevenção de doenças crónicas em seres humanos.

Os minerais e vitaminas têm algumas variações, mas não muito significativas. Os investigadores apontam para o facto de que há outras variáveis envolvidas no que diz respeito à composição nutricional das plantas, tais como: variedade, tipo de solo, clima, condições climáticas.

Um dos aspetos mais relevantes para os investigadores no que diz respeito à saúde pública é a quantidade de cádmio existente nos solos onde a produção é convencional. «O uso a longo prazo de fertilizantes minerais de fósforo contribuiu para o aumento do cádmio em solos agrícolas. Há indícios de que as culturas produzidas pela agricultura biológica, especificamente cereais, têm concentrações comparativamente baixas de cádmio».

O estudo afirma que «isto é altamente relevante para a saúde humana porque a alimentação é a via de transmissão de cádmio em não-fumadores» e reforça a importância deste ponto na investigação, afirmado que «a exposição atual da população ao cádmio está próxima e, em alguns casos, acima, dos limites toleráveis. Experiências de longo prazo, com mais de 100 anos, indicam que as culturas de cereais fertilizadas com adubo mineral tendem a ter maior teor de cádmio em comparação com as culturas de cereais fertilizadas com estrume animal».

Também no consumo de produtos de origem animal há diferenças significativas: o leite biológico tem em média quantidades superiores de ómega 3, em cerca de 50%, assim como a carne e os ovos.

Este fator deriva do facto da produção animal biológica ter como base a alimentação em pastagens ao ar livre e menos em rações compostas. Para os investigadores, bem mais relevante para a saúde pública, é o contributo do modo de produção animal convencional para o aumento da resistência das bactérias aos antibióticos, sendo que a produção animal biológica exclui por completo os antibióticos, mostrando-se mais favorável à saúde pública..

Os investigadores sugerem que a alimentação biológica (de frutas e legumes) deve ser a aconselhada durante a gravidez e na alimentação das crianças, que a diminuição do cádmio nos solos, a diminuição da exposição aos pesticidas e diminuição do uso antibióticos em animais devem estar no topo das prioridades da saúde pública e a solução pode estar na agricultura biológica. <http://www.agronegocios.eu/noticias/estudo-demonstra-efeitos-da-agricultura-biologica-na-saode-humana/> Acesso a 06 de Janeiro de  2017).